05/10/2010

O filho , A arvore e o Livro

Nosso Devir                 






Nós, enquanto seres humanos ,
desejamos a transcendência.


Desejamos ultrapassar nossas limitações e ascender     através daquilo que somos capazes de fazer enquanto legado enquanto passageiros por este mundo.


                      Fico a pensar se de fato não ha ai 
uma revelação de algo que puramente somos capazes de atingir sempre através de um esforço a mais, o mesmo esforço que precisamos fazer para nascer e que nos traz a esse mundo,pois ja não ha mais espaço  no mundo  que abandonamos. 


                      Vejo a arvore assim como imagino que você vê, como metáfora de uma vida serena e util que sustenta a terra e propoe um ciclo de renovação.                                                                                        
                      Vejo o livro como o exercicio pleno da competencia que nos diferencia neste legado espécie  mundo.
                       Vejo um filho como o esforço de uma construção de perpetuação emocional , narcísica e biológica da espécie,  resposta a uma demanda instintiva e apesar de romanciarmos , ha um cóodigo genetico que também governa nossos atos. Não seriam esses três desejos um sinal de santíssima trindade da competência humana?

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