Quem são as amigas da sabedoria, se não a alegria, a sensibilidade,a racionalidade,a liberdade,a igualdade,a justiça ,a amizade e a viabilidade de existir usufruindo das infinitas possibilidades de construção que nossa mente é capaz de alcançar?
Hoje surgiu essa ideia , não é nova mas ao meu ver tem muita procedência, falarmos da contradição entre o declinio fisico e poderiu cognitivo.Desde que nascemos, começamos a morrer: o corpo que emerge à vida já carrega em si a finitude. Simone de Beauvoir resumiu essa ambiguidade de forma incisiva quando afirmou que "viver é envelhecer, nada mais". Ao mesmo tempo em que buscamos nos fortalecer para existir, o tempo que nos compõe escoa, como se a própria vitalidade estivesse ligada à passagem dos dias. Esse paradoxo, no entanto, não precisa ser replicado em nossa experiência subjetiva. Clarice Lispector recorda que "vivemos exclusivamente no presente, pois sempre e eternamente é o dia de hoje; o dia de amanhã será um hoje, e a eternidade é o estado das coisas neste momento". Se mudarmos a forma como nos relacionamos com o mundo, com as pessoas e com as coisas, talvez possamos viver mais plenamente em vez de apenas morrer um pouco a cada dia. A mente, quando ause...
RESENHA COMENTADA “ O Mundo Como Vontade e Representação”- Schopenhauer- A hipótese de que o mundo é a ideia que cada um faz dele, estanque surge das concepções de Schopenhauer, partindo da formação interna do pensamento, inaugura uma nova proposta para analisar como as ideias se dão. Para entender as construções mentais o filosofo propõe ser a consciência a superfície da mente ou aquilo que podemos conhecer da mesma. Sobre o consciente e o inconsciente está a vontade que comanda e determina todos as construções mentais. Esta vontade mobiliza o homem, determina seus movimentos suas buscas seus prazeres, ela é o desejo de vida, é cega irracional e tem um fim único: ela mesma. A vontade de vida é a força motriz da existência humana enquanto espécie, nossa mente não passa de um mero instrumento para seus propósitos, manifestos em nossos desejos. A ironia, que denuncia a consciência limitada aos caprichos da vontade, leva Schopenhauer a definir o homem como um ani...
Mais ou menos uma vez por mês, vou a São Paulo, passar uns dias com o Fred, como ele mora sozinho nunca tem nada alem de bebidas na geladeira, esta é uma peculiaridade de muitas pessoas quem vivem nos grandes centros, sem falar que há uma grande parcela de Paulistas, que tendem adorar restaurantes. Assim para tira-lo desta rotina, vez por outra vamos ao mercado, alias é “O mercado”, trata-se de um super gaúcho que em São Paulo é demais de bom, talvez seja o único que gosto de ir, não sei se é por que tudo parece ter muita qualidade, ou porque o lugar é um charme, ou simplesmente porque nunca sou eu quem paga a conta,de certo que a companhia do Fred e a soma de todas estas coisas, definem essa minha preferência. Assim algumas vezes compramos suprimentos, na medida exata para a estadia,com isso sempre acabo preparando algo delicioso para curtimos o aconchego do cantinho do Fred. Eis que, umas das vezes que fui, entre outras coisas, compramos duas cebola...
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